Aqui reuno alguns relatos pessoais e compartilho informações acerca de uma meta que tracei há mais de um ano: emagrecer 10kg de gordura extra para me tornar uma mamãe mais saudável e mais feliz. Vamos ver no que vai dar...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Post Revolta 2: A proteína má.
Hoje é um post revolta.
Fiquei muito decepcionada ao ver os resultados dos exames que fiz semana passada. Tanto esforço, tanto suor (e bota suor nisso) para descobrir que o meu colesterol esta em níveis elevadíssimos. Quase não acreditei quando vi o resultado: 240 o colesterol total e 157 de LDL. Sem falar do meu HDL, que é o colesterol bom, que reduziu para 62mg/dl. Realmente fiquei muito triste, pois o maior motivo de tanta dedicação e esforço é estar bem de saúde para poder engravidar, e engravidar com colesterol alto não dá.
Após a decepção do resultado, fui analisar o que fez meu colesterol aumentar tanto, já que terminei o tratamento com Roacutan há uns 4 meses e minha alimentação continua saudável (como mostra a fotinha).
Peixe assado no forno (sem óleo), soja, feijão e salada de tomate com alface.
Por exemplo, no dia a dia meu almoço é basicamente soja, frango ou peixe, grelhado e sem condimentos. Eliminei o uso de óleo de cozinha em 100% aqui em casa. Nem para preparar ovo eu uso óleo, ou faço cozido ou na panela de teflon, sem nada de gordura. O mesmo acontece com o peixe, que faço no forno com papel alumínio ou ensopado, com temperos naturais e só. A garrafa de óleo que comprei em junho do ano passado vai vencer e não esta nem na metade. Portanto, alimentação não é justificativa para um colesterol absurdo como este.
Existe também o fator genético que é bem forte na minha família. Tanto meu pai como minha avó paterna tem o nível de colesterol elevado constantemente, mesmo comendo de forma equilibrada, mas eles não fazem atividade física. Então, mesmo o fator genético insistindo em me perseguir não faz sentido, malhando do jeito que malho, 5 dias por semana, o nível do meu colesterol estar tão alto.
Depois de me martirizar com pensamentos diversos sobre possíveis vilões que sabotam os meus esforços, fui calmamente olhar, apenas por desencargo de consciência, as informações nutricionais da proteína que tomo todos os dias. Digo calmamente porque o principal motivo de ter comprado esta proteína foi o fato de o rótulo "afirmar" que não havia colesterol.
Fiquei chateada, revoltada, transtornada e como boa baiana que sou muuuito retada com o que vi. Sempre tomei a Isopure, proteína isolada sem carboidratos e com apenas 2% de colesterol. Como enjoei um pouco dos sabores da Isopure comprei uma diferente, indicada como a número 1 nos EUA por uma loja especializada na venda desses produtos e ao olhar as informações nutricionais "traduzidas", em português, não constava a existência de colesterol. Achei tão maravilhoso que comprei a bendita. Mas, após o exame fui olhar as informações do produto em inglês e arranquei o adesivo... Nossa, eu estava ingerindo simplesmente 20% de colesterol gratuito e fresquinho todos os dias.
Abaixo segue a foto do "colesterol" importado, com o rótulo adesivado em português e o real, em bom inglês. A qualidade da foto não esta muito boa, mas acho que dá pra ver um "Cholesterol" americano e não há uma menção equivalente no rótulo em português.
A proteína em questão, o rótulo em português e parte do rótulo arrancada que mostra "cholesterol" em inglês.
Depois de desvendar o mistério vim escrever aqui, tamanha é a minha revolta com coisas assim. Um dia é a ração humana que me dá taquicardia, e agora a proteína que comprei para ser minha aliada esta inundando minhas veias com colesterol importado. Imaginem uma pessoa feliz... Imaginaram? Pois é, defitivamente não sou eu neste momento. Amanhã irei a loja formalizar a minha revolta e quero ver o que me dirão, pois a fabricante da ração humana até agora não se manifestou.
Enfim, aprendi uma lição muito importante: em time que esta ganhando não se mexe mesmo. Vou voltar para a Isopure, essa sim deixava meu colesterol baixinho (190 no último exame), e não tem enjôo de sabor não. Agora eu posso até enjoar, mas meu coração certamente agradecerá.
Beijos bem "colestéricos", por enquanto.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Falta de conhecimento gera ignorância.
Oi pessoas.
Hoje acordei e fui fazer uma bateria de exames que minha ginecologista pediu para verificar hormônios, possíveis anemias, tipagem sanguínea, toxoplasmose, rubéola, prolactina e tantos outros detalhes da minha saúde. Isso porque, como já expliquei em outro post, tem algumas coisas que precisam ser verificadas antes da gravidez e não quando o bebê já foi encomendado. Essa é mais uma vantagem de planejarmos a vinda de um pequeno, pois podemos nos antecipar a qualquer probleminha que possa surgir na gravidez. É claro que cuidado é cuidado, não garante nada, mas pelo menos evita alguns contratempos mais óbvios, a exemplo da anemia que volta e meia aparece para me atormentar.
Bem... Mas essa bateria de exames me lembrou os absurdos que ouço quando revelo o meu objetivo com a malhação. Eu não sou uma pessoa gorda, pelo menos aparentemente não. Mas, como já relatei aqui, cheguei a pré obesidade graças a 10kg que ganhei no ano de 2009, devido ao stress do trabalho e a má alimentação, meu percentual de gordura era praticamente 30%, e isso é um alerta vermelho para uma futura gestante. E foi então que resolvi retomar as "rédeas" do meu peso e trabalho a fim de perder esse excesso que, com certeza, seria ruim para uma futura gestação.
Mas, como as pessoas não entendem o que os olhos não vêem eu sempre ouço coisas do tipo: "Ah, pra que isso? É exagero! Ela esta ficando louca, não precisa tudo isso." A melhor de todas que já ouvi foi de uma aluna que malha na mesma academia que eu e parou o exercício dela para me dizer: " Adianta o que fazer tudo isso se depois da gravidez despenca do mesmo jeito?". E então eu pensei: qual o objetivo dela ao me dizer isso? Certamente ela queria que após uma observação tão realista eu pegasse a minha toalhinha, a garrafa de água, as luvas e fosse pra casa comer aos montes, ganhar uns 20kg e engravidar. Penso que quando não temos algo de construtivo para dizer, é melhor calar.
A princípio eram tantas as críticas que eu parei para refletir e tirei muitas conclusões. A maior conclusão a que cheguei foi de que quando nos dispomos a ser diferente do tradicional e fazer o que é certo é imensa a "preocupação" que despertamos nas pessoas. É claro que existem as exceções, que são as que compreendem o objetivo final, mas a grande maioria fica revoltada com você. Isso porque muitos acham que gravidez é assim mesmo, que a mulher tem que ficar enorme, comer tudo e pronto. Eu discordo e acredito que podemos minimizar os efeitos antes, e fico muito feliz que a cada dia que passa mais e mais mulheres pensam e agem dessa forma. Eu não estou sozinha, tem mais loucas que me acompanham, como mostra esta o depoimento abaixo que encontrei em uma reportagem da revista Boa Forma:
Cristiane Carmem Campos Caetano, 28 anos, técnica em enfermagem, 1,78 metro. Peso normal, 62 quilos. Está no sétimo mês da primeira gestação e engordou 14 quilos
“Quando decidi engravidar, há um ano e meio, o primeiro passo foi emagrecer. Estava com 70 quilos e sabia que, se levasse o projeto adiante com esse peso, seria mais difícil perder os quilos extras depois que o bebê nascesse. Foi a melhor coisa que fiz. Procurei um endocrinologista, que me passou uma dieta balanceada: podia comer de tudo um pouco. Foi uma verdadeira reeducação alimentar. E, por iniciativa própria, me matriculei numa academia com o firme propósito de levar a malhação a sério, como nunca havia feito antes. Comecei a fazer musculação, andar na esteira e pedalar a ergométrica. Perdi 9 quilos em dez meses e estava pronta para engravidar. Minha médica me desaconselhou a fazer exercícios nos primeiros três meses. Assim que passou esse período, comecei um programa de exercícios específicos para gestantes. Faço ginástica localizada com pouca carga, alongamento na bola, exercícios de respiração e hidroginástica. Saio da academia bem-disposta. Os exercícios, principalmente na piscina, relaxam e compensam minha vida estressante. Isso tem me ajudado a não exagerar no doce. Eu, que nunca gostei muito de açúcar, perdi o controle entre o quinto e o sexto mês e, por isso, engordei 4 quilos naquele período. Mas já me controlei. O mais importante é que estou tranqüila e sei que vou recuperar meu corpo depois do parto."
Abaixo tem o link da reportagem na íntegra, que aborda também a prática de exercícios físicos durante a gestação e a opinião de um especialista, é bem legal.
http://boaforma.abril.com.br/especiais/bio-ritmo/mamae-saudavel-bebe-feliz-509263.shtml
E aí, tem alguma louca que concorda comigo? Dividi aí a sua história pra que eu me sinta melhor em não ser a única anormal, rsrs.
Beijo e Inté mais.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Segunda feira + Mudança de treino. Ô luta!

Oi peoples!
Segunda feira é realmente o dia mais difícil, pois chega após dois dias de puro deleite e arranca a gente a força da vida fácil e engordativa. Já cheguei atrasada para malhar e a minha linda pró estava lá. Hoje começou o novo treino depois de uma semana de recuperação (onde o treino é leve e bobo, pra depois virar pesado e detonador). Ela (a pró) achou melhor mudar um pouco porque desconfiava que eu estava muito condicionada e o treino anterior (malha dois equipamentos corre dois minutos, 5x na semana) não estava mais servindo. Traduzindo: tinha que aliviar por uma semana para os músculos "inocentes" acharem que estão com tudo e na semana seguinte ela maltrata, sem piedade.
Eu adoro isso? Não, definitivamente não. Mas é bom? COM CERTEZA! O corpo da gente se acostuma mal e para de reagir aos exercícios mais pesados depois de um tempo, aí então é hora de dar uma aliviada para voltar com tudo.
"Entonce", fui feliz, serelepe e empenhada para o meu treino da segunda (empenhada porque a culpa na segunda pesa na consciência) e comecei meu novo treino que agora não tem mais as corridinhas de 2 minutos, mas em compensação as séries deixaram de ser de 15 e passaram para 30. Agora, pense aí... Raciocine comigo e entenda o drama: 30 repetições de agachamento em uma barra, intercalada com 30 repetições de stiff... Depois, quando suas pernas adquirem vida própria e te guiam você é informada que para acabar falta "apenas" o glamoroso exercício de glúteo (ressalto: 30 repetições em 2 séries). E aí, faz o que? Obedece.
É, confesso que não é fácil. Hoje eu quaaaase pedi arrego porque minhas pernas nem me obedeciam mais. Meu corpo foi pego de surpresa e olha que os pesos foram reduzidos!
Maaaaaas... Eu paro e penso: se agora, nesse momento "super light" da minha vida em que não tenho filhos o negócio não esta fácil, imagine depois de um baby e sei lá quantos quilos a mais? E é nesse pensamento que tenho me apegado para manter o foco. Malhar é difícil e requer muuuuuuuuuita força de vontade, mas dá resultado. Escrevo aqui mais pra me lembrar quão importante é fazer isso por mim do que por qualquer outro motivo, mas se alguém ler e pensar que é difícil ou não vale a pena eu digo que vale, vale muito. Pricipalmente para quem, como eu, esta pensando em ser mãe. É extremamente importante cuidarmos bem de nós mesmas para cuidarmos bem de alguém. Estar com boa saúde e de bem consigo mesma é tão bom para você quanto para os que estão ao seu redor. Portanto, seja para engravidar, seja para ficar linda para alguém, ou para você mesma... seja para dar um "up" na sua autoestima ou até para se vingar do seu colesterol que insiste em subir, pratique atividade física. Tenha certeza de que só faz bem, só.
E olha que o marido, namorado, "peguete" (aprendi com minha prima pequena que ficante já era, agora é "peguete", kkkk) com certeza não reclamará.
"Inté" mais.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Ração Humana pronta é confiável?

Olá, gente!
Depois de um fim de semana maravilhoso acordei mais cedo que o normal e fiquei rolando na cama. Embora a dor nas costas não tenha ido embora por completo, já estou 75% recuperada e perder um dia de treino não meeeeesmo. Por isso, pulei da cama e respirei fundo para a malhação da segunda feira (o dia mais difícil após um final de semana de "exceções").
Em 2009 comecei a fazer algumas mudanças em minha alimentação e inserir alguns cereais e fibras principalmente para regular o intestino. Foi então que adotei a ração humana no café da manhã e comecei a notar uma melhora na disposição e redução do inchaço, como benefícios extras desse mix de nutrientes.
Então, como sempre faço, tomei a ração humana batida com 200ml de leite desnatado, colágeno, 2 bananas e 1 colher de sopa de cereal. Malho todos os dias após esse café da manhã há mais de 1 ano e me dou super bem pois não "pesa" no estômago e é uma dose na medida para o treino, contendo tudo que preciso (principalmente banana que me dá um pique enorme) logo cedo. Resultado: rendo mais na malhação e ao longo do dia (por causa do guaraná em pó) tenho mais disposição. No dia em que não tomo ração humana no café da manhã fico sonolenta e meu rendimento nas atividades diárias é afetado.
Porém, na última vez que fui comprar a ração humana o preço da que sempre compro estava muito alto e resolvi pegar outra, visto que ração humana é ração humana, correto? Não, não e não. Desconfio seriamente que ração humana não é tudo igual e eu descobri isso hoje, com o coração a mil.
Repetindo o mesmo ritual diário eu só alterei a marca da ração que uso e "catapum", passei mal. Cheguei à academia e comecei a malhar: 2 equipamentos, corrida 2 min. + 2 equipamentos e ... só. Não aguentava mais correr, minha freqüencia cardíaca estava em 185 e demorava para baixar, alguma artéria que passa pela perna (acho que é femural) pulsava de modo intenso e visível, dificuldade para respirar, um cansaço extremo e todos os pesos que sempre pego pareciam pesar o dobro. Foi uma sensação horrível! Eu só senti algo parecido no início da prática de atividade física mais intensa, há mais de 1 ano, e mesmo assim em proporções menores. A minha pró perguntou se havia comido algo diferente e eu disse que não. Ela estranhou porque eu estava literalmente colocando os bofes pra fora. Foi quando lembrei que a ração era a única coisa diferente que havia tomado. A única.
Enfim, tivemos que interromper o treino pois meus batimentos cardíacos estavam muuuuuito acima do normal.
Revoltada que sou, cheguei em casa e mandei um email para a empresa contando o ocorrido e estou no aguardo de um retorno, pois não foi algo normal.
Moral da história: antes de comprar a ração humana pronta sempre tomei a que eu mesma fazia. Comprava todos os ingredientes, fazia um pote grande e usava todo dia durante um mês. Isso antes da ração humana se tornar a solução para todos os males no planeta. Uso porque tem muitas fibras e meu intestino é problemático. Até hoje foi a única coisa que regularizou a minha vida e me encontrei nela. Tomo antes da atividade física porque risquei pão da minha vida há alguns anos e não suporto comer demais no café da manhã, com a ração fico saciada e quando junto a banana (que é a fruta que eu mais gosto) fica uma delícia e me satisfaz. Mas a praticidade de ter a ração prontinha facilitava a minha vida e eu resolvi aderir. Entretanto, muitos comentam que com essa febre de ração humana algumas empresas adicionam "componentes extras", como termogênicos, para que as pessoas emagreçam. Fico indignada com isso, por ser uma irresponsabilidade tremenda afinal elevar meus batimentos para 185 por minuto e me fazer sentir falta de ar e mal estar vai além do lucro que eles pensam auferir, é risco de vida.
Enfim, aguardarei uma resposta da empresa e até lá voltarei a comprar a linhaça, o gergelim, o guaraná em pó, a gelatina, etc separadamente e farei o meu próprio mix de fibras, haja visto que não quero de modo algum me sentir mal desse jeito outra vez.
E vale de alerta pra todo mundo, muito cuidado com o que você consome. Nem sempre a marca garante o conteúdo.
Beijooss
quarta-feira, 23 de março de 2011
Dor nas costas, torcicolo... Hoje não tem treino!

Aiii!
Acordei super cedo para minha malhação das 7h e ao levantar da cama tive a nada grata surpresa de que estava, com torcicolo e dores nas costas. Tudo isso porque tive que sair as pressas da aula de spinnig ontem por conta de uma urgência e não me alonguei. Resultado: hoje não malho e tô tomando relaxante muscular para ver se pelo menos amanhã eu retorno.
Apesar deste contra tempo, notei significativas mudanças resultantes do tempo de treino sem interrupções e uma delas foi o fim das dores musculares, que eu tinha de sobra nos primeiros meses. Começou com uma dor na panturrilha que me detonava logo nos primeiros minutos da corrida. Em seguida foi a vez das costas, que com qualquer carreirinha incomodava bastante, e persistiu por uns meses. Troquei o tênis e nada de melhorar. Fui ao médico e graças a Deus estava tudo certo, eram apenas músculos não utilizados que "reclamavam" da nova rotina. Depois de algum tempo deixei de sentir a dor nas costas e na panturrilha, pois fiz exercícios que fortaleceram a musculatura dessas regiões. Acho que é por isso que esse "torcicolozinho" esta me incomodando tanto, pois como adaptei meu corpo e deixei de sentir dores oriundas da malhação quando dói é uma novidade (claro que nada agradável!).
É realmente chato ter essa "quebrada" no ritmo da malhação, mas é muito importante não insistir quando esta sentido dor, pois podem haver lesões maiores e ao invés de parar por um ou dois dias tem que ficar semanas ou meses para se recuperar e o prejuízo é bem maior nesses casos.
Então hoje sera um dia de alimentação contida, visto que não vou queimar calorias. E olha que o almoço é um strogonoffe delicioso. Mas... Vou saborear uma soja com franguinho, hummmmm...
Inté mais.
terça-feira, 22 de março de 2011
E 365 dias depois... Hora de avaliar resultados e rever metas.

Voltei!
Após deliciosas comidas de fim de ano, correria, viagens e um inesquecível carnaval o ano de 2011 finalmente começou! E com ele voltam as metas de um novo ano e o corre corre habitual e maravilhoso que fazem os finais de semana, as reuniões com amigos e em família valerem a pena.
Mas junto a tudo isso iniciou também a velha batalha que travo com a balança. Principalmente a parte que se refere a malhação e controle alimentar, haja visto que não sou adepta de dietas porque simplesmente não acredito. Acredito que podemos comer de tudo e tudo, só que com moderação e exatamente assim eu tento fazer, um dia por vez e de cada vez.
Então, retornando as atividades normais muita coisa aconteceu e nem percebi que desde quando decidi que emagreceria 10kg para engravidar 365 dias haviam passado. Exatamente no dia 22 de fevereiro completei 1 ano de malhação ininterrupta. Na verdade nem havia atentado para isso quando a minha "pró" (digo minha porque tenho um sentimento de propriedade muito grande sobre as pessoas, rsrs) me deu os parabéns. Mas quais os reais resultados de aproximadamente 156 dias (visto que malho 3x por semana, que agora foram intensificados para 5x) de muito suor e dedicação? Fiz a minha avaliação na quarta feira passada e acabei de receber os resultados... Só alegria!
Bem, de acordo com as avaliações realizadas em 16/03/2010 e a mais recente de 16/03/2011 obtive as seguintes mudanças:
- IMC (Índice de Massa Coporal) baixou de 24,87 para 23,88 mudando a classificação de pré obesidade (tava feia a coisa) para normal (ufa, adoro ser normal!);
- RCQ (Relação Cintura Quadril) que mede o risco aumentado para doenças cardiovasculares e hipertensão arterial. O meu RCQ reduziu de 0,717 para 0,69, deixando de ser um risco moderado e passando para a classificação de baixo risco;
- A soma das minhas dobras cutâneas que antes eram de 147,20 passou para 114,40, ou seja: mandei aquelas dobrinhas das costas que me matavam de raiva pra o "beleléu";
- O percentual de gordura corporal (que tanto me afligia por estar altíssimo) reduziu de 28,99% para 20,88%, 8% a menos sendo equivalente a aproximadamente 6 kg de gordura. Essa, para mim, foi a melhor parte;
- Ganhei, com muuuito muuuuito esforço mesmo e litros de suor 3,9kg de músculo que fizeram a minha flacidez e celulite reduzir drasticamente. A M.C.M, correspondente a toda massa corporal magra, livre de gordura aumentou de 48,07kg para 51,43kg;
- Atingi o peso previsto de 65kg, realizando todas estas mudanças e encerrando então a primeira parte da minha meta, que apesar de não ter sido fácil me faz ter a certeza de estar no caminho certo ao rever os resultados e as mudanças positivas.
Traçando um comparativo do antes e depois a sensação de missão "quase cumprida" é revigorante e reforça em mim o propósito de estar em paz com meu corpo, mais saudável e preparada para encomendar o meu pequeno (a) "baby".
"Inté".
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Comilança, desânimo, preguiça, desistindo... Êpa, não mesmo. Retorno pleno.

Oiiii, tem um mês que não apareço por aqui, mas a verdade é que me dei férias nas férias para relaxar e acreditem, relaxei muuuuuito. Relaxei tanto que quase deixo de malhar. É isso mesmo. Comi muita besteira, desacelerei a malhação e estava cansada (sem energia por causa da alimentação errada) de tudo. Até a minha pró notou a diferença. Resumindo: ao invés de chutar o pau da barraca, chutei a barraca inteirinha. Voltei a comer leite integral, comi tortas deliciosas, tomei vários top sundays da mc, aquele mesmo com sorvete de baunilha e calda de chocolate (delícia), farinha láctea no copo... Enfim, esqueci da vida e os resultados das atrocidades não vieram a cavalo, vieram de ferrari. Saí de 62,5 kg para 64kg em 15 dias. Celulites voltaram com força e um "pezinho" de barriga nada sexy me trouxe de volta a realidade. Dei uma "ré" de um quilo e meio e alguns litros de suor.
Entretanto, passado o ataque percebi que foi apenas uma "TPM terrorista" que planejava detonar os meus esforços, como nunca antes na história do meu ciclo menstrual. Mas, como a pessoinha aqui é raçuda e focada após os 15 dias de puro deleite e pecadinhos alimentícios (que na verdade foram pecados tamanho GGG) retornei a minha louca consciência (e é louca consciência mesmo, porque sã eu não funciono bem)e estou novamente na luta pelo meu objetivo maior: engravidar com 10 quilos a menos.
Enfim, acredito que todo mundo que está nesta luta de emagrecer sem milagres e com muito esforço passa por momentos assim, afinal, de vez em quando a gente também merece uma folguinha senão "pira".
Beijos e até mais.
domingo, 4 de julho de 2010
Naqueles dias! Como aproveita-los melhor?

Estou há dois dias naquele "período maravilhoso" e, para variar, fico logo com a "boquinha nervosa", não consigo controlar meus impulsos e como demais, principalmente doce. É incrível como meu poder de raciocínio diminui diante do período pré menstrual e até mesmo durante a menstruação. Daí pesquisei por aqui e encontrei essa tabela no blog da minha mais nova guru (Dani Tâmega) explicando os efeitos dos hormônios em nosso corpo e o melhor aproveitamento dos mesmos.
Ela também descreve o que acontece com a gente nesse período explicando como tirar proveito dessa fase adorável. Segue abaixo as explicações e dicas.
"Vocês sabem que a mulher pode ter seu treinamento de musculação beneficiado no período pós-menstrual imediato e o 15º dia do seu ciclo menstrual?
Nesta fase sua performance física é privilegiada por certos hormônios que a fazem ter um melhor desempenho, assim como após o 15º dia do seu ciclo, esse desempenho tende a declinar prejudicando a sua performance, por isso é hora de reformular seu treino e tirar proveito da natureza. Tais fatores são importantes para que se entenda o verdadeiro motivo dos ânimos e desânimos durante as sessões de treinamento de uma mulher e para que assim se possa utilizar o seu ciclo menstrual a favor do seu treinamento e não deixar cair sua performance. Existem dias em que acordamos sem disposição nenhuma, sem ânimo, com preguiça... A culpa não é sua, é dos seus hormônios.
Na primeira fase do ciclo, ou seja, nos 14,15 dias que se seguem à menstruação, temos tendência a ganhar músculos e, na segunda, o forte é a queima de gordura.
Anote isso.
O segredo é dar ênfase aos exercícios com pesos na primeira fase do seu ciclo; na segunda metade do ciclo, você vai pegar forte no treino aeróbico. Se você costuma ficar mais sensível na menstruação, pode diminuir o ritmo nesses dias, não se culpe e nem se preocupe. Para quem toma anticoncepcional, um aviso: a pílula mantém os hormônios em nível alto e estável o mês inteiro e os efeitos de um programa estruturado para ganho de massa e perda de gordura baseado na variação dos hormônios não vão aparecer.
Como funcionam os hormônios femininos?
Os principais são o estrógeno e a progesterona. O nosso ciclo menstrual tem, em média, de 28 a 30 dias, e é dividido em duas fases. A primeira inicia na menstruação e vai até a ovulação, na metade do ciclo, geralmente no 14º ou no 15º dia. A segunda começa na ovulação e termina um dia antes da menstruação. “Na primeira metade, o nível de estrógeno no organismo é maior; na segunda, a progesterona domina”.
“O estrógeno favorece o ganho de massa muscular. Seu papel é semelhante ao da testosterona, hormônio masculino ligado ao crescimento dos músculos. Além disso, a testosterona, presente em pequena quantidade no organismo feminino, também está em alta na primeira fase do ciclo menstrual, o que significa mais facilidade para levantar peso. “Já a progesterona influencia o metabolismo, principalmente da gordura, fazendo com que a sua queima seja ainda mais eficaz”. Explicando melhor:
1ª FASE DO CICLO
-1º ao 4º dia: Durante a menstruação, os hormônios femininos estão em baixa. Você pode se sentir menos disposta para malhar pesado. Faça, então, atividades mais leves, como caminhada lenta, hidroginástica e alongamento. Mas, se você gosta de musculação, pode manter o treino regular.
-7º dia: O nível do estrógeno começa a subir. Seu organismo está preparado para fazer musculação.
-13º dia: O estrógeno está no nível máximo.É hora do treino com pesos pesados, aproveite!
2ª FASE DO CICLO
-14º dia: Na ovulação, o estrógeno começa a cair. Está na hora do treino aeróbico mais intenso.
-15º dia: A progesterona começa a subir, favorecendo atividades como caminhada, corrida, natação, dança, aula de step...
-17º dia: O estrógeno sobe um pouco, mas continua abaixo da progesterona. Segundo a pesquisa australiana, é a combinação dos dois que favorece a queima de gordura.
-21º dia: A progesterona atinge seu pico. Seu treino de caminhada vai parecer brincadeira de criança. É hora de forçar o ritmo.
-24º dia: Tanto a progesterona como o estrógeno começam a cair. Quem sofre de TPM pode adotar atividades que reduzam o stress, como caminhada lenta ao ar livre,
hidroginástica e alongamento. Atividades na água são ótimas para combater a retenção de líquido.
COMO DEVERÁ SER O MEU TREINO?
1ª FASE DO CICLO: Nos primeiros 15 dias, você vai se concentrar nos exercícios com carga, fazendo musculação, utilizando peso elevado para estimular o crescimento dos músculos. Já o treino aeróbico poderá pegar leve.
2ª FASE DO CICLO: Nos últimos 15 dias do seu ciclo, a prioridade são os exercícios aeróbicos. Já na musculação você pegará mais leve: com cargas leves, buscando manter os resultados conquistados até aqui."
Pois é, como eu tomo anticoncepcional, pelo menos por enquanto, não sofro estas interferências mas para quem não usa acredito que vale a pena experimentar, afinal se esses hormônios nos deixam louca, estressada e devorando tudo que vemos pela frente porque não podem colaborar um pouquinho na hora de pegarmos pesado?
Beijo e sucesso nos nossos objetivos.
sábado, 3 de julho de 2010
Você sabe qual a sua frequência cardíaca máxima? E a mínima?
Olá! Hoje acordei lembrando que deveria verificar a minha frequência cardíaca em repouso para que pudesse fazer o cálculo e verificar a minha frequência máxima e a mínima. Sim, mas aí você me diz e eu com isso? Nada, nada mesmo a não ser que você seja uma pessoa que não sabe seus limites e pode ter uma parada cardíaca fazendo uma simples esteira.
Eu também achava que a fórmula da atividade física era a seguinte: ser nova + atividade física em qualquer intensidade = ficar saudável e linda. Mas descobri que não é bem assim que a banda toca e que o monitoramento da frequência cardíaca é mais do que importante, é necessário.
Bem, mas como hoje meu marido saiu muito cedo eu acordei e levantei rapidamente da cama, esquecendo de medir a minha frequência em repouso absoluto, vai ficar para amanhã.
Entretanto encontrei uma tabelinha bem interessante com a frequência por idade e a máxima e mínima, para ter uma idéia de quanto nosso coração pode bater, de forma segura, enquanto realizamos atividade física. Há ainda uma forma bem simples de cálculo:
220 menos a idade (para homens) e 226 menos a idade (para mulheres).
Deve-se trabalhar de 60% a 75% deste valor, por ser uma faixa segura para a maioria das pessoas a menos que você tenha problemas de cardiopatias, pressão alta e outros. Neste caso, principalmente, não inicie as atividades antes de fazer a avaliação física.
Agora vou procurar um frequêncimetro para mim, pois meu coração se empolga bastante quando estamos na esteira, e a dona dele também... Aí já viu, né?
Beijos e vamos que vamos.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Fim de relacionamento. Para mim chega.
Oi,
Sei que você vai chorar quando ler esta carta, mas estou te deixando.
Desculpa, mas estou deixando tudo que você trouxe também, essas coisas não me pertencem, sua vergonha, seu peso, sua baixa auto-estima, seu péssimo humor, essas coisas são suas e não minhas.
Vai ser difícil eu sei, vivemos juntas muito tempo, mas é uma questão de hábito. Não me acostumei à sua presença, você não me incomodava, mas agora incomoda, me irrita, me desanima, sempre com essa mania de me pôr pra baixo, você está nos olhares dos outros, você está no sorriso debochado de alguém, você está no meu reflexo.
Quando acordo e te vejo ali, deitada em mim quero gritar e chorar, mas prendo esses sentimentos e finjo ser feliz assim. Não quero mais fingir, não quero mais tentar, tão pouco te magoar... Apenas quero ser EU novamente. Perdi anos de minha vida ao seu lado, gordura, acreditando que ali era o meu lugar.
Pura rotina.
Faltava coragem para mudar um relacionamento estagnado. Agora, chegou a hora do adeus. Já abri mão de muita coisa pela sua companhia. Praias que não fui porque você não me deixou ir, roupas que nunca usei por que você não me deixou usar, transas com luz apagada pois até lá você estava! Olha gordura, passamos momentos felizes juntas, eu sei... Ao lado daquele pote de sorvete cremoso, também me lembro
daquele dia em que nós duas fizemos uma orgia alimentar deliciosa, bons tempos! Mas tente entender, eu ria, mas não estava feliz em te ver.
Não vou te cobrar nada, só quero de volta minha liberdade em andar de biquíni na praia sem me esconder atrás da canga, em usar minhas roupas antigas que você arrancou do meu armário, ter aquela barriga lisinha que você tirou de mim e isso foi uma sacanagem, foi a gota d’água. Por favor, não tente entrar em contato comigo, estou em outra.
Quero beber por outros motivos, que não afogar você dentro de mim. Cansei da sua falta de vergonha na cara, do seu excesso de peso, da sua cara de pau.
Não vou sentir saudades.
Como me disse o Lulu, hoje de manhã, no carro, a caminho da ginástica: "Não te quero mal, apenas não te quero mais".
Adorei o texto e postei aqui para descontrair um pouquinho. Todas nós deveriamos escrever uma carta assim e relembrar como a gordura faz a gente se sentir, quantas coisas deixamos de fazer por causa dela e como ela nos mata aos poucos causando doenças no corpo e na mente.
O texto traduz a realidade entre a gordura e nós. É uma "caso" terminado que ainda estou superando, mas posso garantir que já estou bem melhor desde que decidi expulsa-la da minha vida.
Cada vez mais firme e forte.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Ela é mãe de dois filhos? Como assim?
Oiiiii! Hoje estou com o dia mais tranquilo e resolvi me dedicar aos posts. Saí pesquisando e me deparei com um blog da Dani Tâmega, 31 anos, mãe de 2 filhos, brasileira e de carne e osso e mais um exemplo de que ser mãe não significa necessariamente embarangar.Ela é essa aí da foto antes e após passar por duas gestações em que engordou em média 18 kg em cada uma. E o melhor de tudo: ela não tem babá, não tem empregada, trabalha o dia todo como personall, cuida de 2 filhos pequenos e tem esse corpão de matar qualquer um. Ahh, e ela ainda é contra anabolizantes. Garotinha esperta!
Tenho consciência de que o corpo dela é algo demais da conta, mas o que realmente me impressionou foi a força de vontade e a determinação que a levou a ter um corpo ainda mais bonito DEPOIS de ter DOIS filhos. Admiro e valorizo esse tipo de atitude, que envolve mudanças radicais pois reforça a certeza de que para chegarmos onde queremos basta foco e força de vontade, muuuuuuuita força de vontade. Ressalto que embora eu não tenha como meta um corpo assim vejo a Dani como estímulo, pois pra atingirmos um objetivo temos que "olhar" para o melhor, e não para o mais ou menos. Se eu ficar 50% disso ai após 2 "bacuris", nossaaaaaaaaaaaa... Tô feliz pra burro, rsrs.
Achei interessante o blog recheado com dicas de fitness, alimentação saudável e o bom humor com que ela conta que também é humana narrando o "pé na jaca" nosso de cada dia de forma descontraída além de esclarecer dúvidas.
Segue um trecho descrevendo um dia dela:
"Eu depois da minha malhação de ontem, estava cansada nessa foto, toda suada e descabelada, eram umas 10:00hs da noite, foi a única hora que deu para ir, depois de um dia cheio,não tenho ajuda nenhuma aqui,nem babá, nem empregada, nem faxineira...Já imaginou né? Pois é, ontem foi o dia da limpeza, da arrumação de armário(odeio arrumar armário), da lavanderia, de levar na natação e recreação...Ufa!
Mas eu tenho um compromisso comigo mesma na academia seja a hora que for, e nada servirá de desculpa para mim.
bjss e até +
Dani"
Quem quiser conferir: www.danitamega.blogspot.com
Vou continuar minhas pesquisas, qualquer coisa posto aqui.
"Inté" mais.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Campos do Jordão: Retorno as atividades após viagem deliciosamente calórica.

Oiiii!
Finalmente estou de volta após uma viagem perfeita, sob todos os aspectos, a Campos do Jordão. Foram 4 dias intensos em que aproveitamos da melhor maneira possível. Curtimos o friozinho (quer dizer friozão, chegou a zero grau com sensação térmica bem abaixo disso), comemos muuuuitas delícias e conhecemos lugares bem legais. Mas ai a volta a realidade te deixa meio lento, e foi assim que voltei. Um pouco cansada, mal acostumada com a alimentação desregrada e feliz, muito feliz. Como viajar para lugares lindos, com comidas deliciosas e ficar contando calorias? Fala sério! Sou disciplinada faço tudo certinho, mas não me peça para ficar na vontade, não em uma viagem assim.
Continuando... Na própria viagem percebi a diferença que tem feito os exercícios e a alimentação balanceada em minha vida. Geralmente uma viagem assim me deixa exausta e quando junta com o friozinho... Mas ao contrário do normal, me senti disposta e não ficávamos no quarto do hotel em momento algum, a não ser pra dormir depois do dia e da noite divertida. Até fizemos uma trilha linda, mas puxadinha (único momento em que queimamos umas calorias) e continuei incansável e animada.
De volta a realidade, fiz um cálculo a fim de ter uma idéia de quantas calorias/dia ingeri: contando vários chocolates quentes, barrinhas de chocolate, pizza, chopps, linguiça frita, fondues e tantas outras maravilhas cheguei ao número de 5.000 cal/dia. Gostaram? Pois é, agora chegou a hora de voltar a realidade e correr, correr, correr, correr... e continuar correndo atrás do prejuízo. Enfim, comer delícias PODE, mas incorpora-las ao manequim decididamente NÃO PODE, rsrs.
Até mais.
Ps.: Ah, haviam três grávidas lindas conosco e eu fiquei babando com a barriguinha delas. Todas super em forma e dispostas. Uma delas esta com 7,5 meses de gestação e fez trilha numa boa. "Tá vendo ai", gravidez em forma é possível simmmmmmmmmmmm.
Firme e forte.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Disciplina e foco queimam muitas calorias. Consegui!

Bem, o dia de hoje era muito esperado por mim pois após 3 (três) meses intensos e, literalmente, suados de malhação e controle alimentar eu refiz a avaliação física para mensurar os resultados atingidos. Antes de mais nada quero relembrar que há três meses, na primeira avaliação, o meu percentual de gordura corporal (PGC) correspondia ao considerado ideal para uma pessoa de 60 anos de idade e fui classificada como Pré Obesa.
Tomado o susto inicial e o choque com a realidade resolvi apostar com a minha linda prozinha (ressalto, linda mas cruel) a redução deste valor para 18%, que é o ideal para a minha idade. Desde então sabia que a tarefa não seria fácil pois quando emagrecemos perdemos líquidos, gordura e músculo, entretanto a gordura acaba por ser mais difícil de queimarmos uma vez que o corpo "entende" que gordura existe para ser armazenada. Isto compreendido, eu sabia que não seria em três meses que eu atingiria o percentual desejado, mas sonhava diminuir, pelo menos, para 25%.
Então, acordei "supermegapower" ansiosa para saber quanto de gordura eu tinha mandado para as "cucuias". Não acreditei quando soube que só no abdômen eu reduzi 7 centímetros, o que dá uma média de 2,3cm por mês, e para completar ganhei 2kg de músculo e perdi 4 kg de gordura. Tipo assim... Adorei a notícia, mas o melhor ainda estava por vir. Eu não só alcancei a meta traçada (que era reduzir para 25,7% no período) como ainda diminui o PGC além do previsto: de 29% baixou para 22,63%. Por isso estou feliz e orgulhosa por vencer a aposta e melhorar consideravelmente a minha saúde.
Portanto eu gostaria de dizer que: meu nome é Mel, sou brasileira, administradora, casada, tenho 27 anos e 22,63% de gordura corporal, (risos).
Continuo em busca dos 18%.
Dez razões para emagrecer (ANTES DE ENGRAVIDAR).

Olá! Andei sumidíssima por motivos diversos, mas continuo perseverante em meus propósitos. Cada vez mais animada e empolgada com os resultados das atividades físicas e dos meus projetos pessoais, que se mostram super flexíveis e ajustáveis a chegada de um "baby". Afinal, além das mudanças físicas também temos uma reviravolta na vida profissional e pessoal quando nos tornamos mães, nada é como antes.
Neste período em que não escrevi, a minha querida amiga e cumadre Neiane postou em seu blog (emagreceraos30.blogspot.com) um artigo interessante da revista Crescer que confirma as minhas teorias sobre a necessidade de nos prepararmos fisicamente para engravidar. Também encontrei algumas mães que tiveram filho a pouco tempo e ao notar as mudanças em meu corpo (siiiiiiiiim, já está dando para outras pessoas perceberem) me aconselharam a permanecer rente em meus planos pois estão sentindo na pele a dificuldade em voltar a antiga forma.
Segue abaixo o artigo que minha amiga encontrou, bem como o respectivo link:
"Está pensando em ficar grávida? Melhor entrar em forma, então. E não é questão de estética, mas de saúde: alcançar o peso ideal é tão importante quanto tomar vitaminas ou fazer os exames indicados durante os 9 meses.
Quando a mulher decide ter um filho, o obstetra faz uma série de recomendações para a futura grávida. É necessário desde fazer exames de sangue para detectar doenças que podem ser prevenidas por meio de vacinas, como rubéola, até começar a tomar ácido fólico (vitaminas do complexo B, que previnem danos neurológicos no bebê) alguns meses antes e no primeiro trimestre da gestação. O peso, porém, costumava ser assunto para ser discutido depois, já com o bebê a caminho. Não mais. A obesidade da mãe, afinal, pode causar uma série de problemas na criança e incômodos durante a gravidez. Como mostra uma revisão de diversos estudos já feitos sobre o tema, publicada recentemente no jornal científico Nursing for Women's Health, dos Estados Unidos.
A pesquisa mostra, por exemplo, que os bebês de mulheres que engravidaram obesas correm mais risco de sofrer malformações, assim como de se tornarem obesos na vida adulta também. Além disso, elas teriam mais chances de ter diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia e hemorragia no pós-parto.
Confira, a seguir, essas e outras razões para estar de bem com a balança antes de a barriga começar a crescer.
1. Mais tempo para ficar grávida
A obesidade pode dificultar a concepção. se ambos os parceiros forem obesos (ou seja, Imc acima de 30), eles demoram mais tempo para engravidar, comprova uma pesquisa dinamarquesa realizada com 48 mil casais e publicada na revista Human Reproduction, no ano passado. Em geral, eles têm probabilidade três vezes maior do a de um casal com peso adequado de levar mais de um ano para engravidar, o que os médicos chamam de baixa fertilidade. os casais com sobrepeso (Imc entre 26 e 30) também são afetados: têm uma vez e meia mais possiblidade de ter de esperar por mais tempo. A explicação está no impacto da obesidade sobre os hormônios femininos. Em alguns casos, o excesso de peso pode até mesmo ser conseqüência de algum distúrbio hormonal. os problemas mais comuns são a síndrome dos ovários policísticos e o hipotireoidismo (quando a glândula tireóide não produz hormônio suficiente), que podem até interromper a ovulação. Já nos homens, a obesidade também atrapalha a fertilidade. Ela influencia a produção de testosterona, o que pode afetar a vitalidade dos espermatozóides e também o desejo sexual, segundo um recente estudo escocês.
2. Mães gordas, crianças obesas
Gestantes com excesso de peso têm maior probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média. De acordo com uma pesquisa da universidade de Harvard (EuA), essas crianças também correm mais risco de se tornar obesas na primeira infância. A relação entre o ganho de peso gestacional e o sobrepeso da criança pode ser de origem genética ou comportamental, já que as crianças acabam herdando os hábitos alimentares da família. Além disso, a quantidade de peso ganho na gravidez também pode interferir no ambiente uterino, influenciando o crescimento fetal, o que reforça a tese de que certos tipos de doenças na vida adulta são “programadas” durante a gestação. Ainda que as conclusões sejam baseadas na quantidade de quilos ganhos na gravidez, não há como fugir: o “resultado final” (peso da mãe e do bebê) está diretamente relacionado ao peso da mulher ao engravidar.
3. Quanto engordar
Claro que todas as mulheres têm de prestar atenção aos quilos ganhos durante a gravidez, mas quem já estiver com alguns extras antes mesmo de engravidar vai ter de se controlar mais. Não há consenso entre os obstetras sobre quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação; as tabelas seguidas por eles têm indicações variadas. Alguns recomendam entre 9 e 11 quilos, outros de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que o ideal é engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. E não é só a quantidade de quilos ganhos que conta, mas a saúde, a idade e os hábitos alimentares da gestante. seja qual for a tabela que o obstetra vai seguir, todas levam em conta o estado nutricional da grávida e seu IMC ao engravidar. O que significa que, quanto mais alto esse índice, menos ela deve engordar.
4. Estou linda?
Por maior que seja a satisfação em estar grávida, nem todas as mulheres se sentem bonitas nesse período. uma das coisas que mais interferem no visual é o inchaço (ou edema). No rosto, por exemplo, aumenta o tamanho do nariz. Nos pés, dificulta o uso de sapatos e, nas mãos, o de anéis. os edemas aparecem em 75% das gestantes e são mais freqüentes a partir do quinto mês. Não há como evitá-los totalmente, mas estar em forma, com certeza, facilita!
5. Desconforto à vista
O excesso de peso potencializa alguns desconfortos comuns na gravidez, como dificuldade para respirar e andar. Isso porque há um maior esforço cardiovascular para suportar os quilos a mais. o peso do abdômen também causa dores nas costas e nas pernas, aumentando a sensação de cansaço.
6. Parto complicado
A média do peso dos bebês de mulheres obesas é maior do que o normal, o que pode aumentar as complicações obstétricas durante o parto e, em conseqüência, a possibilidade de ocorrer uma cesárea. A obesidade também aumenta o risco de morte materna. No Reino Unido, por exemplo, estatísticas recentes mostram que metade das mulheres que faleceram por causa de doenças na gravidez ou parto eram obesas. Segundo o relatório, o risco é entre quatro e cinco vezes maior, tanto para a mãe quanto para a criança.
7. Recuperação no pós-parto
As mães com sobrepeso ou obesas tendem a ficar mais tempo internadas e requerem mais medicamentos depois do parto. É o que mostra um estudo norte-americano realizado com 13 mil mulheres, publicado este ano no New England Journal of Medicine. Além do maior número de cesárea nesse grupo, outro motivo seriam complicações, como pressão alta, pré-eclâmpsia e diabetes, que também são mais freqüentes nele.
8. Gravidez de risco
Por causa de todos os itens relacionados até agora, grávidas obesas são consideradas pacientes de risco. Isso quer dizer que vão precisar de cuidados especiais como outras mulheres em condições frágeis (com diabetes, hipertensão e idade avançada, só para citar alguns exemplos). É, sem dúvida, preocupação extra para a família e para o obstetra.
9. Seu corpinho de volta
A conta é simples: se a grávida engordou nove quilos na gestação, mas já estava com três quilos acima do peso ideal, vai ter de perder 12 depois de o bebê nascer. Mas se já estava de bem com a balança... Dois (ou três, quatro, etc.) quilos parecem pouco, mas fazem a maior diferença no pós-parto: os últimos quilos são sempre os mais difíceis de perder. Não é o ponteiro da balança que emperra, mas, quanto mais próximo do peso ideal, o corpo queima menos calorias. Nesse caso, é preciso se exercitar mais, o que nem sempre é possível com um recém-nascido em casa! Mais um motivo para se preocupar com a dieta bem antes da gravidez. Além de voltar mais rápido ao peso, se a mulher não estiver muito gordinha ao engravidar, tem ainda menor risco de desenvolver estrias.
10. A próxima gestação
Para quem tem preguiça só de pensar em fazer dieta e ginástica para voltar ao peso que tinha antes da gravidez, é bom saber que existem mais benefícios do que entrar na antiga calça jeans. Estudo sueco com 150 mil mulheres concluiu que aquelas que não conseguem voltar ao peso ideal após a primeira gestação podem sofrer complicações na gravidez seguinte. A pesquisa, baseada no IMC, concluiu que um ganho de um a dois pontos no índice já traz problemas: aumenta de 20% a 40% o risco de diabetes gestacional, de hipertensão ou de ter um bebê com excesso de peso. Entre mulheres que aumentam mais de três pontos, há 60% a mais de risco de parto prematuro.
Já estou grávida... e agora?
Para quem estava gordinha e ficou grávida inesperadamente, os cuidados com a gestação devem ser redobrados. Mas nada de dietas restritivas, que podem comprometer o desenvolvimento do bebê. O mais importante é priorizar a qualidade do cardápio, evitando alimentos ricos em calorias ou pobres em nutrientes. A quantidade de calorias que a gestante tem de consumir diariamente varia de acordo com sua altura, peso, condições de saúde e se pratica atividades físicas regularmente. Por isso, além das orientações do obstetra, vale também contar com outros profissionais, como endocrinologistas, preparadores físicos e nutricionistas."
Fontes: Abner Lobão Neto, obstetra, coordenador do Serviço de Pré-natal Personalizado da Universidade Federal de São Paulo; Carla Sallet, dermatologista, autora de Grávida e Bela (Editora Senac), entre outros; Cecília Lima, nutricionista; Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI13773-10484,00.html
É, ainda bem que já iniciei o processo. E você?
Até mais.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Fechar a boca é necessário.
Então, pensando nisso resolvi ser mais radical com minha alimentação e além de cortar doces e frituras (tenho consumido uns 80% a menos destes dois vilões) vou evitar ao máximo ingerir gordura. É isso aí, se já tem gordura em meu corpo e consumo alimentos com mais gordura, vamos pensar... É claro que meu percentual não baixará.
Espero estar certa e em menos de um mês saberei o resultado.
Por hoje é só.
Até mais.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Menos Um!

Andei meio sumida em razão do meu trabalho, mas tentarei atualizar as novidades neste post.
Estou prestes a completar 3 meses de malhação intensa e ininterrupta e há alguns dias percebo que estou cada vez mais disposta, tanto na malhação quanto no trabalho, e executo os exercícios mais concentrada e empenhada. É bem diferente malhar por obrigação, como sempre é no começo, e malhar por resultados (fase em que estou no momento). A vontade de me livrar dessa gordura extra que acumulei por anos é imensurável e constatar que "ela" esta indo embora me deixa super empolgada.
Hoje confirmei a perda de mais 1 kg. Digo confirmei porque vejo as diferenças em meu corpo e nas roupas, estou reduzindo medidas. Além do quilo perdido, que espero nunca mais achar, alcançar o período de três meses fazendo as atividades com disciplina e determinação me dá um orgulho particularmente saboroso, é um gostinho de vitória, uma vitória a passos lentos, é verdade, mas é certa.
Além disso percebo que o controle alimentar fica cada vez mais natural, deixando de ser uma obrigação. É como se a nossa mente compreendesse que o esforço físico é tão grande na hora de queimarmos calorias/gordura que reduzir porções, comer melhor e evitar alimentos sem valor nutricional e hipercalóricos se torna uma tarefa menos complicada. Resumindo, trocando a ordem das palavras seria mais ou menos a célebre frase :"corpo sã, mente sã".
Aproveitando essa maré de cuidados e melhora estética marquei consulta para várias especialidades, a fim de fazer "check up": ginecologista, cardiologista, endocrino, oftalmo (já que um dos efeitos do Roacutan é o ressecamento dos olhos e estou "apertando" o olho pra enxergar e não sei se é por causa do remédio ou não), dermatologista e nutricionista, sendo que está última marquei em duas com especialidadades diferentes. Uma pra avaliar minha alimentação atual, considerando as atividades físicas e a outra para me orientar quanto a alimentação antes e durante a gravidez. As duas só tinham vaga pra daqui a 3 meses, e eu entrei na fila, é claro.
O cardiologista é para saber como anda meu coração, pois comecei a correr e ainda não fiz o teste de esforço físico (algo totalmente errado), e agora que estou intensificando os treinos tenho que checar os meus limites de esforço, pois durante a corrida meu coração atinge frequências altíssimas. Há ainda o fato de que quero muito praticar corrida durante a gravidez, e para conseguir isso tenho de me condicionar desde já.
A endocrino é para verificar os meus hormônios, se esta tudo em ordem ou precisa equilibrar algo para a gravidez e a dermato é pra ver a minha pele que esta cheia de manchinhas marrons que só fazem aumentar. Como na gravidez geralmente surgem novas manchas preciso saber se cuido agora ou após a gestação.
É isto, continuo firme e forte no propósito de entrar e permanecer em forma antes e após a gravidez. Fácil? Não é mesmo, mas valerá a pena quando eu puder curtir minha barriga linda e depois meu "toquinho" de gente sem ficar neurótica e continuar sendo a "linda" esposa do meu maridão, rsrsrs.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Final de semana = meter o pé na jaca.
Sábado fomos a uma feijoada deliciosa e eu comi dois pratos, sem modéstia, e ainda me deliciei com uns pedacinhos de toucinho frito (que é o mesmo que injetar gordura na veia). Também tomei alguns goles de cerveja e dois drink's (o que significa açucar, também na veia). Não satisfeita com estes pecadinhos ainda comi dois pedaços de uma deliciosa torta de chocolate. Mas não termina por aí, pois isto tudo foi apenas no sábado.
Domingo, dia lindo, lá fomos nós. Almoçamos carne do sol com pirão de aimpim (carboidrato fresquinho, pronto pra virar gordura) em uma churrascaria nova. A tarde comi pipoca assistindo a um filme e a noite meia lazanha daquelas que a gente compra pronta em supermercado. Isto feito fui dormir em paz com meu estômago, que deve ter ficado muito feliz em rever amigos de longo tempo.
Em geral esse tipo de final de semana era muito comum, há pouco tempo atrás. Entretanto estou tentando evita-los, mas não deixo de comer por causa de nada. Levo uma semana regrada, mas no final de semana relaxo, afinal de contas ninguém é de ferro.
Hoje a pró intensificou o meu treino e ao final dos exercícios fiz os 40 minutos de esteira, intercalando corrida e caminhada. Conforme dito anteriormente essa mudança do treino foi porque meu corpo já estava se acostumando, mas o foco ainda é o mesmo: queimar as gordurinhas. E agora terei um motivo a mais para dar um "up" extra na malhação até junho: uma viagem maravilhosa onde não me privarei de comer delícias. Acredito que malhar direitinho e fazer concessões de vez em quando, sem nenhuma culpa, contribui bastante para mantermos os resultados e a motivação. Equilíbrio, sempre.
Por hoje é só. Até amanhã.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
A importância da hidratação.

Hoje eu voltei para o spinnig bike, modalidade que A-D-O-R-O, mas que parei porque meu corpo não respondia mais da mesma maneira, então dei uma pausa de alguns meses (virando adepta da corrida) e agora retornei com força total. E ao fim da aula saí "derretendo de suor", de uma forma absurda, o que me fez pensar se a garrafinha de água que tomo durante a aula era suficiente e quanto devo tomar após a atividade, já que perco muuuuito líquido durante e após a aula.
Transpiro de uma forma exarcebada a ponto de sair completamente ensopada ao final de qualquer atividade, seja ela aeróbica ou anaeróbica. E toda essa perda de líquidos ao longo da atividade exercem um impacto sobre o desempenho no exercício, por isso beber água durante o treino é indispensável. Mas independente da quantidade de suor que uma pessoa produz, hidratar-se durante e após a atividade física é fundamental, e por esta razão fui em busca de informações acerca da reposição deste nutriente tão importante para nós, e descobri coisas interessantes.
Tão básico como possa parecer, a água é um dos nutrientes mais importantes na dieta do atleta.
A desidratação ou apenas a chamada "má hidratação"(ingestão inadequada, insuficiente e sem orientação) de líquidos, diminuem significativamente a performance no esporte, além de retardar a fadiga e prevenir câimbras. Eu observo que muitas pessoas não bebem a quantidade suficiente para suprir as suas necessidades (tem gente que faz uma aula de spinnig com apenas um copo de 100 ml de água) e na maioria das vezes iniciam o esporte desidratado. Mesmo a desidratação parcial prejudica o desempenho: perda de água de 4 a 5% reduz a capacidade de trabalho em 20 a 30%, enquanto perda de 10% provoca colapso circulatório. A quantidade de perda de líquido depende da intensidade e duração do esforço e especialmente da temperatura e umidade. Em ambientes quentes e úmidos a necessidade de ingestão de líquidos é maior do que em ambientes quentes e secos.
Por isso, faz-se indispensável a hidratação antes, durante e após a atividade física.
Mas qual a quantidade e como devemos beber água durante os exercícios é a questão que quero saber.
O modo mais simples para saber se você está substituindo as perdas de suor é verificar a cor da sua urina, quanto mais escura, mais água precisa ser ingerida. A outra maneira é pesar-se antes e após os treinos, as perdas variam normalmente entre 2 a 3 Kg.
Mas além da água as bebidas esportivas adicionadas de carboidratos, sódio e potássio são cientificamente eficazes para repor os líquidos e minerais perdidos na transpiração e indicadas para atividades com mais de uma hora de duração.
Encontrei ainda algumas recomendações de ordem prática para antes, durante e após o exercício:
- Antes: deve-se iniciar o treino hidratado, bebendo 600 ml pelo menos 2 horas antes. Não precisa tomar tudo de uma só vez, pode dividir em 4 tomadas de 150 ml a cada 30 minutos. É importante evitar a desidratação tanto quanto à super hidratação.
- Durante: consuma bebidas esportivas a cada 15-20 minutos, em pequenos goles, a bebida pode ser fria, entre 6 a 20 graus. A quantidade deve se igualar a sua perda na transpiração (em média 250- 300 ml) . No meu caso deve ser 1 ou 2 litros, rsrs.
- Após(recuperação): consuma pouco mais de um litro para cada quilo de peso perdido nas horas seguintes e as primeiras 2 horas após, são as mais importantes para sua recuperação.
Quanto ao meu retorno ao spinnig hoje, foi mais uma ação voltada pra queima de gordura, pois fiz uma aposta com a minha personal para ver quem estaria com o menor percentual até junho, e é claro que quero ganhar, rsrs. Além disso o spinnig é perfeito para pernas e glúteo, regiões onde acumulo mais gordura.
Até mais.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Após 2 meses de malhação...

Hoje completo 2 meses de muita malhação, disciplina e resultados e estou muito empolgada. Meu treino está evoluindo e estou conseguindo acompanhar o ritmo de forma plena. Atualmente estou fazendo musculação e circuito três vezes na semana, e nos outros dois dias, as vezes, corro na esteira por uns 30 ou 40 minutos.
Fui pesada e medida pela minha personal e as perdas de medidas foram satisfatórias: 2 cm de quadril, uns 4 cm de perna (cada), 1 cm de panturrilha, e cintura e busto eu não lembro exatamente, mas foi algo em torno de 5 cm em cada um. Já o meu peso aumentou de 66,5 kg para 67,5 kg, mas isso não me preocupa pois um dos efeitos da musculação é o ganho de massa magra que pesa mais que a gordura. Portanto, peso pra mim não é parâmetro pois a tendência natural (já que quero ganhar músculo e reduzir a quantidade de gordura em meu corpo) é aumentar ainda mais.
Além das medidas nitidamente perdidas, visto que minhas roupas estão mais folgadas, a celulite teve uma melhora gritante, o que aumenta a certeza de estar mandando embora a gordura que acumulei em anos de alimentação errada. Outra coisa que observei é que minhas pernas estão deixando de ser "gordas" e ficando enxutas, dá pra ver o músculo sem esforço e a minha posterior de coxa, que antes não existia, começa a despontar. Resumindo, esta tudo dando certo.
Reitero que embora o meu objetivo principal seja saúde (alcançando o percentual ideal de gordura corporal para engravidar mais tranquila, já que não estou tão fora de forma) começo a me animar com as consequências estéticas da malhação.
Os resultados podem parecer lentos, mas estão dentro do esperado e segundo a minha "cruel" prozinha no mês que vem o treino será intensificado, pois como faz dois meses que estou com a mesma sequência de exercícios, aumentando apenas o número de repetições (comecei com 15 repetições por série e agora estou fazendo 22), o corpo já está se acostumando. Ela disse ainda que o próximo treino será pesado, já que o atual esta "levemente pesado".
E vamos que vamos que é só alegria (risos).
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Mais informações sobre a gordura nossa de cada dia.



Pesquisando ainda sobre percentual de gordura e a ingestão da mesma encontrei essa reportagem interessante da revista veja:
"Os primeiros algozes da gordura foram grandes escritores. Quatro séculos antes de Cristo, o grego Aristófanes, autor de comédias magníficas, transformou Dioniso, deus do vinho e da alegria, num personagem que expressa seu lado patético por meio da glutonaria e de um barrigão. No século XVI, o inglês William Shakespeare colocou na boca de Júlio César versos que retratavam os homens gordos como destituídos de energia e pouco inteligentes. No início do século XX, o russo Vladimir Maiakovski ideologizou a obesidade ao transformá-la em característica inerente à burguesia predatória e insensível. Ao ser transposto para a realidade, o tipo literário virou um estereótipo – que é incessantemente reforçado numa época em que os modelos de beleza são o homem musculoso e a mulher quase anoréxica. Gordura, claro, não tem relação com personalidade, inteligência ou disposição para o trabalho, ao contrário do que acreditam empresas americanas que andam discriminando gente obesa. Infelizmente, porém, excesso de gordura tem a ver com pouca saúde. É uma grande ameaça à vida. Está associado a males cardíacos, hipertensão, diabetes, colesterol alto, pedras na vesícula, apnéia do sono, problemas de coluna e até a algumas formas de câncer.
A medicina pôs a gordura no banco dos réus no início da década de 50, quando pesquisas demonstraram pela primeira vez como o excesso de tecido adiposo sobrecarregava o coração. O paradoxo é que, apesar de todas as condenações, as pessoas estão cada vez mais gordas. Nos Estados Unidos, a obesidade se transformou em epidemia. E, no Brasil, segue-se pelo mesmo caminho. De cada dez brasileiros adultos, quatro estão acima do peso. A gordura vitima ricos e pobres, todos unidos por uma alimentação excessivamente calórica, típica da sociedade industrial. Entre os mais abastados, há ainda uma agravante: os confortos tecnológicos que aumentam a propensão natural ao sedentarismo. Televisão e aparelho de som com controle remoto, telefone sem fio, carro, elevador – tais facilidades fazem com que as pessoas se exercitem menos no seu dia-a-dia e, conseqüentemente, acumulem mais gordura.
Gordos e magros têm o mesmo número de células adiposas distribuídas por quase todo o corpo: 25 bilhões. A diferença é que, entre os primeiros, essas células apresentam-se mais infladas, seja por carga genética, seja pelo alto consumo de calorias. Caloria, aliás, é uma palavra que entrou para a linguagem popular, mas quase ninguém sabe o que significa exatamente. Trata-se de uma unidade de medida. Uma caloria é, grosso modo, a quantidade de energia necessária para elevar em 1 grau Celsius 1 grama de água. Pois bem, cada célula do organismo contém o que seria uma usina encarregada de transformar substâncias provenientes de alimentos em energia. Massas, pães e carne vermelha, por exemplo, são grandes fontes energéticas (ou calóricas). A energia que não é utilizada pelo corpo é estocada continuamente nas células adiposas sob a forma de gordura. Se esse processo é muito intenso, o desgaste celular é maior, propicia o aparecimento de doenças e diminui a expectativa de vida.
O tecido adiposo é uma reserva essencial e sua proporção correta foi estabelecida pelos médicos. No caso das mulheres, ele deve totalizar de 9% a 20% da massa corporal. No dos homens, o mínimo é de 8% e o máximo de 18%. A maneira mais fácil de medir a quantidade de tecido adiposo é pela relação entre peso e altura. Já para verificar como a gordura se distribui pelo corpo, basta dividir o tamanho da circunferência da cintura pela do quadril. Dependendo das características dessa distribuição, os riscos podem ser maiores. As células adiposas mais perigosas são aquelas que se depositam no abdome. Recebem o nome de gordura visceral e são as maiores responsáveis pelo entupimento de artérias.
O excesso de tecido adiposo é, na maioria das vezes, fruto de uma dieta errada, baseada no consumo exagerado de carboidratos e comidas gordurosas. Mas há gorduras e gorduras. As mais nocivas e engordativas são as saturadas. De origem animal, elas se depositam com mais facilidade justamente na região abdominal e aumentam os níveis de colesterol ruim. São abundantes nas carnes vermelhas, nos queijos amarelos, na manteiga e nos ovos. O segundo grupo é o das poliinsaturadas, presentes nos peixes, no amendoim e nos óleos de soja e milho. E o terceiro, das monoinsaturadas, encontradas nos azeites de oliva e canola. Quando não consumidas em excesso, as poliinsaturadas e monoinsaturadas fazem bem. Entre seus benefícios, está o de aumentar as taxas de colesterol bom."
Achei a reportagem interessante e esclarecedora.Segue o link da reportagem na íntegra:
http://veja.abril.com.br/especiais/saude/p_048.html
Por hoje é só.
Ah, corri 40 minutos a velocidade 8.0 ontem (domingo a noite) e hoje fiz mais 40 min. Estou tão orgulhosa, rsrs.
Até mais.


